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TRANSFORMAMOS DADOS HUMANOS EM SOCIEDADES SINTÉTICAS PARA TESTAR DECISÕES ANTES DA EXECUÇÃO.

SYNTHETIC BEHAVIORAL INFERENCE LAB

Antes de decidir, simule.

A BEHAVIORAL SIMULATION METHOD FOR STRATEGIC DECISION-MAKING.

02Imersão

UM LABORATÓRIO DE SIMULAÇÃO E INFERÊNCIA COMPORTAMENTAL.

BEM-VINDO À ERA DA SIMULAÇÃO COMPORTAMENTAL.

O GRANOVETTER TRANSFORMA DADOS CULTURAIS, HUMANOS E CONTEXTUAIS EM SOCIEDADES ORGANIZACIONAIS SINTÉTICAS — POVOADAS PELOS NOSSOS AGENTES SINTÉTICOS — CRIADAS PARA TESTAR COMO GRUPOS REAIS REAGEM A DECISÕES, CRISES, MUDANÇAS E TENSÕES ESTRATÉGICAS. NÃO SIMULAMOS INDIVÍDUOS ISOLADOS. SIMULAMOS SISTEMAS HUMANOS EM INTERAÇÃO.

03O Problema

Toda decisão desencadeia reações em um sistema humano antes de virar resultado.

Entre a intenção e a execução há pessoas. Há comportamento.

O Granovetter simula esses comportamentos para antecipar resultados, mostrando quais cenários têm maior chance de gerar o melhor retorno e quais riscos podem comprometer tempo, dinheiro e confiança.

Simule cenários críticos antes que uma decisão custe caro demais.

04A Virada

O Granovetter reduz o custo de decidir errado.

Criamos o grano.protocol, um método de simulação comportamental baseado em inteligência artificial e ciência aplicada para transformar decisões estratégicas em cenários testáveis.

Simular comportamento é apenas o meio. O fim é mostrar quais caminhos geram o melhor resultado antes que a decisão consuma tempo, dinheiro e confiança.

Risco de decisão

Qual caminho tende a funcionar melhor antes de implementar.

Risco de adesão

Quem tende a comprar, resistir, distorcer ou ignorar a decisão.

Risco de execução

O que pode comprometer produtividade, foco, colaboração e velocidade.

Risco cultural

Se a decisão reforça ou enfraquece confiança, clima, pertencimento e abertura à mudança.

Risco reputacional

Ruídos, cinismo, narrativas paralelas e desgaste da liderança.

05A Tese

Comportamento humano não é aleatório. É complexo, mas inferível.

Humanos seguem padrões. Grupos convergem, resistem, imitam, polarizam e se reorganizam.

Em uma organização, o comportamento coletivo não é a soma de opiniões individuais. É uma dinâmica emergente, moldada por cultura, contexto, ambição, confiança, medo e pressão social.

É por isso que empresas podem ser simuladas: para antecipar padrões, tensões e riscos antes de chegarem à execução.

92%
Correspondência

Sobreposição média entre simulação sintética e pesquisa tradicional.

29
Testes de aplicação

Comparações diretas validando a precisão da inferência sintética.

15+
Base científica

Pesquisa de Stanford, Cambridge, Nature e mais. Ver fontes e arcabouço.

06A ciência

AI Behavioral Science é a convergência entre ciência comportamental, sistemas complexos e inteligência artificial generativa.

Por décadas, a ciência mostrou que o comportamento humano não é aleatório. Pessoas interpretam riscos, respondem a incentivos, resistem a perdas, imitam grupos e mudam de posição sob pressão social.

A descoberta recente é que modelos generativos fazem algo maior do que linguagem: reproduzem padrões de comportamento social em ambientes sintéticos, interagindo, adaptando e influenciando uns aos outros.

Quando ciência comportamental, agentes generativos e simulação se encontram, decisões deixam de ser apenas imaginadas. Passam a ser testadas.

O nome é uma homenagem a Mark Granovetter, sociólogo de Stanford. Em “Threshold Models of Collective Behavior” (1978), ele mostrou que cada pessoa tem um limiar: quantos outros precisam aderir antes que ela mesma adira. Pequenas diferenças nesses limiares bastam para que um grupo fique parado ou entre em cascata.

Em “The Strength of Weak Ties” (1973), mostrou que inovações viajam melhor por laços fracos do que por laços fortes. Limiares, pressão social, cascatas e pontos de virada são exatamente o que o Granovetter simula.

07As pessoas

Me chamo Dheiver Santos, PhD.

Sou fundador do Granovetter.

Engenheiro de machine learning e pesquisador de IA, doutor em Engenharia Química com ênfase em Inteligência Artificial (UFBA/UFRJ), com pós-doutorado na UNICAMP/UNIT (CNPq) e na UFAL (FUNDEPES). Minha trajetória foi forjada em cargos seniores na indústria, como Senior Staff Machine Learning Engineer na SX Negócios e Cientista Sênior no Grupo Boticário, e em sala de aula, como professor de IA, sistemas distribuídos e ciência de dados na UPE e na Estácio.

Criei o Mangaba.AI, framework open-source para equipes de agentes autônomos de IA, e fundei a Cognai, healthtech que aplica IA à cardiologia.

Minha produção acadêmica abrange machine learning e computação neuro-simbólica: mais de 200 artigos, 550+ citações, h-index 12, uma patente no INPI e 10 produtos de IA entregues em fluxos clínicos e operacionais reais.

08O método

O grano.protocol transforma decisões estratégicas em simulações comportamentais.

Da decisão ao comportamento coletivo

Publicado por

Cada simulação começa com a construção de agentes sintéticos baseados em perfis reais da organização: cultura, contexto, demografia, território, histórico e tendências comportamentais.

Depois, esses agentes são expostos a cenários críticos, decisões e variáveis estratégicas. Primeiro respondem individualmente. Depois interagem com o coletivo, ajustando posições, resistindo, aderindo ou amplificando narrativas.

O resultado não é uma previsão única. É uma distribuição de cenários, riscos e probabilidades para apoiar decisões antes da execução.

Saiba mais
01

Agentes sintéticos

Perfis representativos baseados em grupos reais da organização.

02

Ambiente organizacional

Cultura, contexto externo, liderança, pressão social e momento da empresa.

03

Projeção individual

Cada agente reage ao cenário antes de conhecer o grupo.

04

Interação coletiva

Os agentes confrontam respostas, narrativas e pressões sociais.

05

Síntese probabilística

O sistema revela cenários prováveis, riscos emergentes e caminhos de decisão.

09Como funciona

Entrada→Simulação→Saída

O Granovetter recebe dados reais da organização, transforma decisões estratégicas em cenários simuláveis e entrega inferências comportamentais para apoiar a decisão antes da execução.

01

Entrada

02

Simulação

03

Saída

O motor é open source.

Cada agente sintético representa um grupo real da organização, com valores, tolerância a risco e narrativa próprios. Na rodada 1, cada agente reage sozinho. A partir da rodada 2, é exposto ao consenso e às posições contrárias do grupo. A análise mede adoção, resistência, conformismo e ansiedade, e localiza o ponto de virada.

Simulação não é previsão. É apoio à decisão, e deve ser validada com dados reais da própria organização.

Ver o código no GitHub →

Exemplo incluído no repositório, com organização fictícia: migrar 350 pessoas para trabalho 100% remoto, 6 grupos, 3 rodadas.

Probabilidade de adoção

62,5%

Engenharia júnior

85%

Operações

12%

Cenário mais provável

Adoção lenta com atrito (52%)

10Fechamento

Uma ferramenta para decidir melhor.

Somos uma pequena equipe trabalhando na vanguarda da simulação multiagente, modelagem comportamental e IA aplicada para resolver o maior problema da gestão de empresas: a falta de previsibilidade.

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